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Bridget Jones 2: o caos que existe em ser mulher

Bridget tem TRÊS interesses românticos

Estava de mudança e precisava de conforto, por isso, coloquei Bridget Jones – No Limite da Razão na minha TV e passei cerca de uma hora e quarenta minutos imersa em uma realidade tão confortável, divertida e levemente problemática (em um nível aceitável), que preciso dizer: saudades de ver mais filmes assim.

No segundo longa da saga, que até o momento é o melhor na minha opinião, vemos Bridget lidando com as inseguranças de estar em um relacionamento. Sabe aqueles pensamentos intrusivos sobre não ser boa o suficiente para o seu companheiro/companheira ou, talvez, aquela sensação de não ser a pessoa mais bonita e atraente de um ambiente? Eu já senti, Bridget passa por essa mesma situação e posso dizer que quem já viveu algo nesse sentido estará bem representado.

Além desses aspecto, minha parte preferida desses filmes é a imperfeição da Bridget, que é extremamente honesta, festeira, não se encaixa nos padrões estéticos da época- e infelizmente, nem nos de agora- e poderia ser facilmente a personalidade do que consideram um cara meio canastrão, mas muito charmoso em filmes de comédia romântica. E eu amo o fato de terem escrito ela assim, porque Bridget se parece com uma pessoa real e, apesar de não corresponder às expectativas da sociedade, ela é sim muito atraente e chama a atenção de não apenas de um, como de TRÊS interesses românticos (um deles é bem surpreendente, inclusive).

Gosto de como todos os filmes desta franquia são pensados para mulheres, mas não levam em consideração o que costumavam pensar sobre nós naquela época “frágeis, sem necessidades e facilmente enganáveis”. Bridget Jones – No Limite da Razão vai um pouco além do que os demais dos anos 2000 costumavam ir e merece muito reconhecimento por isso.

Assista os filmes na Prime Video.

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