Generation não tem final, mas entrega episódios fantásticos 

Generation é tipo Skins, só que mais consciente e atualizada

Demorei para assistir Generation porque estava ponderando se valia a pena ver a série mesmo depois de seu cancelamento, fui descobrindo isso enquanto assistia ela e, nesse texto, posso garantir para vocês que a resposta é SIM.

Generation é tipo Skins, só que mais consciente e atualizada. Aqui, acompanhamos um grupo de alunos do ensino médio que explora sexualidade, amor, família, amizade e questões sociais num mundo com cobranças diferentes, que se pauta em tecnologia e na constante mudança.

Como personagem condutor de todos os núcleos temos Chester, protagonista magnético interpretado brilhantemente por Justice Smith. Unindo-se a ele, seguimos as tramas de Greta e Riley, que tem problemas em suas famílias e estão descobrindo do que e de quem gostam.

Ainda no núcleo dos adolescentes, conhecemos Nathan, que acaba se afastando da irmã gêmea quando descobre sua bissexualidade e fica com o namorado dela, fazendo com que a vingativa Naomi infenize sua vida. Para completar, temos a sarcástica Arianna, que tenta esconder suas inseguranças com piadas preconceituosas e a doce Delilah, que descobre estar grávida enquanto entra em trabalho de parto num shopping center.

Todos esses personagens se desenvolvem em uma comunidade bem conservadora, evoluindo e ganhando espaço conforme aprendem mais sobre suas personalidades, enquanto crescem em caráter e também nas suas narrativas. Me emocionei, senti raiva, dei risada e tive empatia por todos eles.

Temos um final fechado? Não temos, mas o que nos é entregue de forma alguma é pouco satisfatório! Por isso, recomendo demais que assistam a primeira e única temporada de Generation.

A série está disponível na HBO Max.

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