A Galeria dos Corações Partidos – A esperança após um término 

O filme é uma comédia romântica espirituosa e fofa

Terminar um relacionamento não é fácil, principalmente porque quase nunca estamos prontos quando isso acontece. Seja por não entender o motivo do fim ou pela dificuldade de seguir em frente, é algo que muitas vezes encontramos dificuldade em superar, por isso, me identifiquei com A Galeria dos Corações Partidos.

No filme, Lucy, uma colecionadora compulsiva, sofre um término ruim com o namorado, que também é seu chefe no Whitney Museum. Sem saber o que fazer com os itens que o amor deixou para trás, ela organiza uma exposição chamada “The Broken Heart Gallery” no saguão de um hotel.

Como a maioria dos filmes de comédia romântica, um grande ponto alto deste aqui é a dupla de amigas de Lucy, que está pronta a todo momento para tirar a garota da fossa, ameaçar possíveis destruidores de coração e proporcionar ótimos momentos no karaokê. A cada cena com Nadine e Amanda me peguei pensando como adoraria ver uma história com elas como protagonistas, pois são carismáticas demais!

Para além disso, também temos um casal principal agradável, engraçado e com bastante química. Ao meu ver, não era preciso que Lucy terminasse o filme com alguém, afinal, é possível se sentir feliz e realizada sozinha, mas entendo que faz parte da estrutura dos romances, então que bom que ela ficou com um cara legal pelo menos.

Preciso elogiar também o cuidado estético que foi tomado com o filme, que incorpora na sua essência muito neon, cores vibrantes e composições que misturam elementos bem reais com objetos fofos, remetendo a algo mais lúdico, o que traz muita doçura para as cenas.

Este não é um filme original e nem surpreendente, mas gosto ainda mais dele por isso. Confiram na HBO Max!

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