First Kill apresenta romance bom e efeitos especiais péssimos

As mães das meninas são, por vezes, mais intrigantes que elas

Na última semana, foi lançada na Netflix a nova série de romance e fantasia: First Kill, que apresenta uma clássica história de amor proibido cheia de reviravoltas. Em 8 episódios, somos apresentados a Calliope e Juliette, uma caçadora e uma vampira que se apaixonam.

Além do amor que ambas tem uma pela outra, Juliette é uma vampira adolescente e está na idade certa para fazer sua primeira vítima. Já Calliope, por sua vez, também precisará colocar suas habilidades à prova muito em breve, matando seu primeiro monstro. 

Com uma química inegável e cenas muito orgânicas, Juliette e Calliope são o melhor da série, um casal pelo qual torcemos e que realmente acreditamos desde o começo. Fora as meninas, temos outras duas personagens que me chamam muita atenção: Elinor e Talia, que são quem mais combinam e parecem ser uma vampira e uma caçadora.

Quanto ao restante, é pavoroso e no mínimo mal feito. E não me refiro apenas aos efeitos especiais, porque eu assistia Teen Wolf e pra mim isso é normal, mas as histórias parecem não convergir e, falta ainda, qualquer profundidade no passado e no presente dos personagens.

Em resumo, First Kill termina sua primeira temporada com muitas pontas soltas, mas confesso, não tenho nenhuma necessidade de ver onde elas vão se amarrar.

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