FREAKS REVIEW

Outer Banks (5 temporada): quanto maior, mais se perde

Rafe é uma adição interessante na nova aventura dos Pogues

Outer Banks funciona mesmo é em Outer Banks! E isso fica ainda mais evidente na quinta e última temporada da série, que mesmo sem um de seus protagonistas, entrega um final relativamente digno para sua história, fechando com certa poesia a história dos pogues, que recuperaram o ouro da primeira temporada e, após mais um furacão que mudou tudo, tiveram uma nova chance de recomeço.

Confesso que eu queria muito que essa fosse a melhor temporada de todas, por questões de vingança mesmo, mas não achei a narrativa nem de longe tão boa quanto a da primeira e segunda temporada, parte porque a trama simplesmente quer escalonar mais um pouco e, neste momento, acaba se perdendo e também porque o Groff é um vilão extremamente chato.

Sério, eu gosto é de ver o Toppher sendo um otário, os traficantes perseguindo eles e ATÉ MESMO os corsários, para vocês terem uma noção do quanto eu odeio o Groff! No geral, eu amei a trajetória de Sarah e John B aqui, assim como a “redenção” de Rafe, mas odeio que tivemos que ver a pobre da Kie sofrendo a temporada inteira, assim como uma história bem mais ou menos para o Pope, que merecia mais destaque.

No geral, o final foi bom, mas levando em consideração o começo da série, com toda certeza poderia ter sido melhor.

Outer Banks está disponível na Netflix.

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