Wicked – Parte 2: não teria como ser melhor do que a Parte 1 e realmente não foi

Depois de assistir a peça de Wicked eu já tinha uma opinião formada: a primeira parte é muito mais emocionante do que a segunda e dificilmente conseguiriam reverter isso na versão cinematográfica da história. O que, de fato, se concretizou.
Mesmo assim, eu esperava absorver esse filme com mais sensibilidade e, infelizmente, só consegui me comover com as cenas da Elphaba e Glinda juntas, em especial a que se encontram pela primeira vez e que nos leva diretamente para a minha música preferida da parte 2, o número das nossas protagonistas com o Mágico.
Fora isso, achei os números musicais e os demais personagens esquecíveis, nunca ruins, mas bem abaixo do que puderam entregar na primeira metade de Wicked, isso me decepcionou um pouco, apesar de estar dentro do esperado. Mas deixa eu falar um pouco do que se mantém no mesmo nível: a fotografia, os cenários e figurinos seguem ótimos, assim como nossas protagonistas, que certamente também serão eternizadas como Glinda e Elphaba.
Essa história não teve o meu final preferido, mas entregou o que era necessário. Por isso, recomendo que concluam esse novo clássico musical, que certamente figurará no hall da fama ao lado de O Mágico de Oz.