A Princesa e o carisma salvador de Joey King 

Filme manda bem na ação, mas nem tanto na história

No momento em que vi o pôster de A Princesa, filme disponível no Star+, tive a impressão de que estava diante de uma bomba cinematográfica. E fico feliz com isso, pois em situações como esta, podemos ser surpreendidos positivamente.

Antes que eu alimente a imaginação de vocês, não, este não é um bom filme, mas tem um jeitinho todo especial de ser ruim. Aqui, quando uma princesa corajosa decide recusar o casamento com o homem a quem estava prometida, ela é sequestrada e mantida em cativeiro na torre do castelo de seu pai.

Já nos primeiros minutos de filme entendemos bem a pegada dele: este será um Esqueceram de Mim medieval, no qual nossa protagonista encontrará formas criativas e cativantes de se livrar dos vilões que a perseguem dentro do castelo que um dia foi seu lar e, agora, é uma extensa armadilha. 

Em todos esses momentos, que ainda bem, são muitos! O filme nos prende de maneira única, mostrando todo o talento e carisma de Joey King, que carrega praticamente o longa inteiro nas costas. Outra personagem que também me cativou foi Linh, a tutora da nossa princesa, que divide cenas excelentes com ela.

Agora que fiz meus elogios, temos que falar de um dos piores elementos do filme, seus flashbacks, utilizados para contextualizar um pouco mais a história, mas feitos de uma forma tão desleixada que não acrescentam em nada e ainda soam como uma caricatura do que deveriam ser.

Por fim, temos também efeitos especiais complicados e não vou nem mencionar as cenas, mas quando forem assistir tenho certeza que vão notar- e talvez rir um pouco do que aparece em tela.

Mas e aí, se empolgaram para ver?

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