Boo, Bitch é uma obra genérica, mas tem um pouco de alma

Gia rouba a cena da protagonista da série

Eu já vi inúmeras obras nas quais a menina excluída é tomada pelo poder da popularidade e deixa os amigos na mão e, posso dizer a mesma coisa sobre filmes, séries e livros nos quais um personagem morre e tem que se redimir/concluir uma tarefa não acabada. Boo, Bitch é a melhor delas? Definitivamente não, mas foi uma experiência divertida.

Nesta minissérie conhecemos Erica Vu, uma adolescente que, até o momento, viveu a vida escolar completamente fora do radar. No entanto, em seu último ano do ensino médio, decide mudar sua narrativa antes que o tempo no colégio chegue ao fim. Durante uma noite, Erica decide dar início a uma vida épica e interessante e, quem sabe, mudar sua reputação no processo. Isso, pelo menos, até a manhã seguinte, quando descobre que é um fantasma. 

Eu coloquei essa série na lista pelo nome de Lana Condor, que é uma graça e aqui, infelizmente encontra um de seus papéis mais fracos. O que eu não esparava era que continuaria a série por conta de outra personagem: Gia, a melhor amiga de Erica. Engraçada, fiel e com um desfecho mais interessante, no fim, eu só queria que a garota tivesse mais tempo de tela.

Neste sentido, eu sinto que os oito episódios de Boo, Bitch poderiam ser mais aproveitados, aprofundando enredos dos quais nós tivemos apenas um gostinho e, quem sabe, explorando mais as regras desse mundo sobrenatural.

A série está disponível na Netflix.

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