Mulher-Hulk: Defensora de Heróis tem pequenos equívocos, mas é legal

Jennifer Walters, ainda bem, é o melhor da série

Esperando praticamente nada, exceto um CGI ruim, dei um play em Mulher-Hulk: Defensora de Heróis e acabei positivamente surpreendida. Não sei como os próximos episódios darão sequência ao que foi apresentado aqui- vide Miss Marvel- mas minha primeira impressão é de que a série carrega muito potencial.

Na série de nove episódios, Jennifer Walters é uma advogada bem-sucedida que vive uma vida comum e tranquila até sofrer um grave acidente. Durante o imprevisto, ela acaba recebendo, acidentalmente, o sangue do seu primo, o cientista e super-herói Bruce Banner, vulgo Hulk.

A partir daí, ela precisa lidar com dois grandes dilemas, aprender a controlar seus novos e intensos poderes, enquanto comanda a divisão de leis super-humanas e seu escritório utiliza sua nova fama como Mulher-Hulk para ganhar status. 

Eu já conhecia Tatiana Maslany de Orphan Black e mesmo sabendo de toda a competência da atriz, não sabia como ela se encaixaria enquanto Jennifer Walters, mas no fim, enxergo o motivo pelo qual ela foi escolhida pelo papel, pois tem o nível de carisma e atitude perfeitos, o que é simplesmente o melhor da série.

Quanto ao humor: eu já vi melhores, mas também já vi piores! A série deixa bem claro qual será o nível das piadas e em todos os momentos que dá uma de Fleabag- como quando Bruce nota que ela está olhando para algo- acerta muito bem no timing de comédia. 

Para além disso, me resta falar do CGI que melhorou bastante depois do primeiro trailer da série, mas em alguns momentos segue gerando estranheza. Talvez seja algo que me afaste da série ou com o qual eu me acostume durante a jornada, em breve descobrirei.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

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