O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface é uma péssima continuação

Filme segue muitos dos clichês slasher, mas subverte outros

Tem como um filme de 1h20 ser cansativo?

A resposta é sim e um grande exemplo é O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface, longa produzido pela Netflix, que é no mínimo desnecessário.

Ao dar play no filme, pensei que veria o final do tão temido maníaco da serra elétrica, mas fui inocente, pois uma trama de sucesso é espremida até o fim, basicamente até o último centavo.

No novo filme vemos um grupo de jovens que decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface ao literalmente invadir sua casa.

A obra tinha tudo para ser boa, na verdade, até começa bem, mas vai se perdendo ao tentar contar duas histórias em paralelo: a dos novos adolescentes fugindo e a vingança de Sally Hardesty, o problema disso é que nada se desenvolve e no final só nos resta frustração.

Mas vamos lá, o filme não é feito somente de momentos ruins, temos a cena do massacre no ônibus, o trauma de Lila, que é muito atual e aprofundado e uma “final girl” que foge dos estereótipos sexuais do terror slasher.

Já o final não é de todo ruim, se você ignorar o fato de que durante o filme, Leatherface levou no mínimo 5 tiros, foi esfaqueado, afogado e levou uma serrada no pescoço, mas enfim… É preciso faturar né?! 

Eu particularmente não recomendo o filme, mas acho que quem deve escolher se vão ver ou não, são vocês Freaks!

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