Rebelde dosa nostalgia e modernidade (SEM Spoilers)

Série faz ótimas homenagens ao Rebelde México

Como fã de carteirinha de Rebelde (assisti até mesmo a versão da Record), seria impossível não conferir a nova série da Netflix, esta que eu inclusive acompanhei desde o anúncio do elenco. E bom, que gostoso foi voltar ao EWS.


Agora, em 2022, acompanhamos um novo ano escolar, mas os novos alunos não tem sossego quando a tão temida seita ameaça os sonhos musicais dos estudantes. 


Com personagens originais, mas que refletem o espírito dos antigos RBDs, a nova Rebelde ganha muitos pontos ao apresentar um elenco que traz a sensação de familiaridade, e que no entanto, é muito mais diverso em termos de nacionalidade e sexualidade. 


Aliás, não tinha como eu não me apaixonar por Luka, Andi, Emilia, MJ e Dixon. Infelizmente não posso dizer o mesmo de Jana e Esteban, pois os nossos protagonistas tentam emular Mia e Miguel, mas falham miseravelmente em termos de carisma e personalidade.


Mas mesmo assim, o que falta em termos de brilho nos dois, sobra para o Sebas, que é um vilão charmoso, ambicioso, doido e sensacional, está de parabéns! O que foi a performance dele e da nossa Emília? Também conhecida como a maravilhosa Gigi Grigio (É DO BRASIL).

Aplausos para os ícones!


As outras performances musicais também seguem o mesmo patamar, com ótimos ritmos, releituras diferentonas das músicas do RBD e alguns covers impecáveis, espero ver mais disso na segunda temporada.


Pois é Freaks, recomendo que assistam.

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