Sexo, Sangue e Realeza explica as minúcias da vida de Ana Bolena

Sexo, Sangue e Realeza é uma obra interessante, com formato bem original

Foi através de uma capa chamativa e a recomendação de que “se você gosta de Bridgerton, vai amar essa série”, que comecei a assistir Sexo, Sangue e Realeza, série de três episódios que em sua primeira temporada, conta a história da imponente e transgressora Ana Bolena.

Misturando figurinos e cenários antigos, com os comentários de especialistas nas histórias da realeza, uma trilha sonora pop e linguagem moderna, a obra consegue ser muito atual, mostrando ao mundo como Ana Bolena foi uma figura feminista, cheia de força e muita atitude.

Nossa protagonista entende logo cedo que nasceu para ser mais, para ter mais e, ao se apaixonar pelo rei Henrique VIII, auxilia ele no rompimento com a Igreja Católica, criando a Igreja Anglicana. Ana se torna a segunda esposa do rei, no entanto, por não ter tido um filho homem, é trocada por outra mulher, uma mais jovem e “mais fácil de lidar”.

O final desta história é infeliz, mas há uma justiça poética no meio de tudo isso: Elizabeth I, filha de Ana, se tornou rainha e governou durante 44 anos, sem se casar! Quebrou todas as regras possíveis, como sua mãe a criou para fazer.

Para conclusão, Sexo, Sangue e Realeza é uma obra interessante, com formato bem original e que permite aos criadores explorar diversas outras histórias dramáticas e escândalosas da monarquia. Espero que em sua segunda temporada, a obra dê espaço para sabermos mais da história de Elizabeth I.

A série está disponível na Netflix.

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