Esposa de Aluguel mostra como a Netflix pode produzir bons filmes brasileiros

Uma comédia levinha para assistir no final de semana

Assim que relatei ter assistido Depois do Universo, uma colega do trabalho me disse que eu PRECISAVA assistir Esposa de Aluguel, filme de comédia romântica da Netflix que tem em seu elenco Thati Lopes e Caio Castro. Aceitando a recomendação, separei esse último feriado chuvoso para ver o filme e, acontece, que eu precisava mesmo!

Em Esposa de Aluguel, Luiz não é um homem que acredita no amor, por isso ele segue uma regra à risca, de que não deve ultrapassar um “namoro” por três meses. No entanto, as coisas mudam quando sua mãe sofre um desmaio e é constatado que ela tem apenas seis meses de vida, tendo como último pedido, que seu filho se case. E é aí que o nome do filme entra, pois não querendo um compromisso real, ele contrata uma esposa de aluguel.

Lina é uma atriz que vive do trabalho de ser “alugada” por outras pessoas, interpretando o papel desejado, uma esposa, uma amante, uma amiga e etc. Os dois então fecham um acordo de um relacionamento de mentira por seis meses, mas é claro que o que começa como uma mentira, logo se torna outra coisa.

Por este ser um filme que parte bem para a comédia, gostei especialmente de termos o sentimento dos dois crescendo não pela atração sexual, mas pelo companheirismo e amizade que ambos formam durante o longa. Aliás, a química dos dois em cena é surreal, me fez torcer pelo casal a partir do momento em que começaram a morar juntos.

Outro aspecto interessante é a quantidade de atores bons em cena, em especial, Thati Lopes e Mariana Xavier, duas artistas excepcionais que encantam tanto nos momentos de comédia, quanto naqueles que exigem raiva e melancolia. Eu definitavamente veria mais algumas horas dessa produção ou até um segundo filme, recomendo muito.

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