Star Trek Voyager faz parte da saga Jornada nas Estrelas

Uma carta de amor para Star Trek

Quando a capitã Kathryn Janeway tem como missão ir atrás dos maquis, ela e a tripulação a bordo da Voyager são lançados para o quadrante delta. Maquis e Voyager deverão encontrar um equilíbrio nessa relação para voltarem para casa. O detalhe: estão apenas 70 mil anos-luz da Terra.

Fiz essa introdução para conceituá-los, uma vez que tudo isso ocorre no piloto, nada longo, de 1h30. Um “filme” que me agradou rever e já estou na segunda temporada! A primeira é curtinha: 15 episódios. As demais possuem cerca de 20, mas você não precisa maratonar, pois cada episódio tem início, meio e fim. Claro que eu maratono, né. E sabe que nunca consegui falar muito sobre o quão ela é especial para mim? Pois bem, ela é. 

Eu conheci a Janeway pela Red de Orange is the New Black (o que nada tem a ver com o assunto), mas daí eu amei VOY e fui num evento e após o evento iniciei a minha saga. Eu fui pra clássica conhecer mais sobre o Kirk e o Spock; depois pra nova geração, ver o Picard e sua turma. Também vi a clássica animada e fui pra Enterprise. Hoje em dia acompanho Picard, que está em andamento.  

Tudo isso pra dizer que sou trekker e também que amo Voyager e o que ela representa: mulheres no comando, diversidade em todos os sentidos, diálogos profundos, histórias criativas, atores sensacionais , personagens bem construídos , roteiro sensato e abordagem relevante.

Tentei expressar um pouco o que sinto sobre essa produção. Mas é muito mais que isso. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.