A Mulher do Viajante no Tempo nos prende em seus dilemas

A química dos protagonistas faz toda a diferença

Comecei a assistir A Mulher da Viajante no Tempo, série que adapta o livro de Audrey Niffenegger e sairá semanalmente na HBO Max. Na trama acompanhamos Henry, que sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro.

Interpretados por Rose Leslie e Theo James, nossos protagonistas são cativantes e já no primeiro episódio capturam nossa empatia. Como é amar alguém que você não tem certeza se vai acordar ao seu lado e por quanto tempo ficará distante? Como é não ter certeza de onde vai estar em alguns segundos? Vemos ambos passando por isso e relatando também, como se estivessem participando de um documentário.

Nesse formato a série fica mais dinâmica e, por incrível que pareça, também apresenta uma edição que facilita o nosso entendimento, o que é sempre bem-vindo em obras que mexem com viagem no tempo. Durante as épocas em que vemos Henry, é possível notar seu medo, amor, a predestinação e o sofrimento que esta condição trás para sua vida. 

Com apenas seis episódios, esta é uma minissérie que vale toda a sua atenção e sobre a qual voltarei a falar no último episódio, com mais detalhes e muitos spoilers.

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