Tudo é Possível mostra a beleza da representatividade no clichê 

Tudo é Possível está na minha lista de filmes faz algum tempo, primeiro por ser uma comédia romântica e segundo por ter a direção de Billy Porter, que superou minhas expectativas e arrasa muito em seu primeiro longa. 

Na produção, acompanhamos a história de Kelsa, uma garota trans que vive o último ano do colégio. Em uma de suas aulas, ela se aproxima de Khal, um colega de classe por quem se apaixona e sente que pode se abrir sobre seus conflitos, sonhos e inseguranças. 

Nesta comédia romântica que segue a maioria dos clichês de filmes, temos como principal diferença a dificuldade que Kelsa tem em aceitar ajuda dos outros, em aceitar que é amada. 

O filme aborda de forma muito sensível a discussão sobre a vida amorosa de uma garota trans, o dilema entre ser conhecida por todos ao ser quem é e o feminismo radical, que sejamos honestos, é só mais uma forma de preconceito contra pessoas trans. Mas o interessante é que apesar de lidar com temas tão complexos, a trama simplifica eles sem banalizá-los, mostrando de uma forma compreensível e honesta, todas essas questão que, infelizmente, ainda são um grande tabu em nossa sociedade.

Se você quer assistir um filme lindo, que conta com uma história simples, mas cheia de diferenças, confira Tudo é Possível na Prime Video.

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