Rebelde Netflix – Temporada 2: Muita cena de sexo e pouca história 

Os personagens que mereciam protagonismo na série

Talvez por ter assistido a nova temporada mais devagar, ou por ter baixado minhas expectativas ao saber que a crítica não estava curtindo tanto a série, mas o segundo ano de Rebelde Netflix, apesar de sem sentido, foi uma experiência divertida.

Agora, depois de chegarem à final da Batalha das Bandas e juntar provas contra os integrantes da Seita, os alunos da Elite Way embarcam em um novo semestre cheio competição e mudanças, todas causadas pelo professor e produtor musical: Gus Bauman.

Naquela safra de personagens insuportáveis, Gus é detestável, caricato e tem uns planos bem fora de proporção, do tipo “vou causar uma overdose numa adolescente para me tornar diretor dessa escola”, sério?! Nesse parágrafo de preguiça, poderia citar também Esteban, mas decidi que uma menção dele no meu texto já é o suficiente.

Por outro lado, temos como novo personagem o carismático Okane e não tem como, a personalidade, o estilo, a voz, o romance com o Luka e até o rolinho com a Jana, tudo nele me empolgou e toda vez que aparecia,  meus olhos seguiam o personagem diretamente.

Temos outras coisas boas nessa nova temporada? Sim, os covers, a amizade de Jane e Dixon, o romance de MJ e Sebas, além de parte da trama de Andi, que pautou toda a pressão existente na indústria musical, além de todas as aparições de Luka e as migalhas que tivemos de Andi e Emília.

Fora isso, a segunda temporada está cheia de furos, cenas de sexo sem propósito (não vou nem me aprofundar no fato de que as LGBTQIAP+ duram segundos enquanto outras são esfregadas na nossa cara por vários minutos), personagens rasos, além de insistir em deixar o protagonismo nas mãos erradas e não aproveitar mais do material de origem.

Eu acho que é isso, espero que a terceira temporada de Rebelde melhore.

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