The Fallout é honesto e reflexivo (SEM Spoilers)

O processo de recuperação é grande, não linear e difícil

Vi The Fallout – A Vida Depois, sem ao menos saber sobre do que o filme se tratava, mas não acho que esta é uma obra feita para todo ou/e qualquer momento, pois apesar de tratar de um tema sério com muita responsabilidade e da forma “mais leve” possível, ainda fala sobre um assunto sensível e que pode gerar muitos gatilhos. Por isso, escrevo este texto para vocês!


Aqui, Vada uma estudante do ensino médio, enfrenta as consequências emocionais após um tiroteio em sua escola. E a partir deste processo, forma um vínculo único e dinâmico com outros dois adolescentes, em uma jornada muitas vezes confusa, de cura e aceitação. 


The Fallout não tenta ser inspirador e nem mostra sua protagonista encontrando um novo sentido para sua vida e é isso o que mais me despertou interesse, Vada, interpretada brilhantemente por Jenna Ortega, não consegue lidar com seus sentimentos, isso quando está sentindo algo.


A busca por sensações faz a jovem se fechar para sua família, mas ao mesmo tempo, se abrir para novas experiências e duas ótimas amizades, estas que chegaram em sua vida no momento do tiroteio.

Apenas os três estavam naquela cabine do banheiro, apenas os três compartilharam aquele momento, e juntos tentam continuar.


Assim como Ortega, temos um elenco que entrega ótimas performances aqui, como Maddie Ziegler, que faz Mia, Niles Fitch, que faz Quinton, e minha maior surpresa: Lumi Pollack, como Amelia, a irmã mais nova da protagonista, que é boa tanto no drama e quanto na comédia.


Não quero falar muito mais porque esta é uma história que merece ser vista, sentida e entendida em sua integridade. Digo apenas que o final me deixou no chão e não poderia ser melhor, mais cru e honesto, simples assim…

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